sexta-feira, 17 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
COSTA EXTREMA, 14 DE JUNHO DE 2011
Jas aqui na pequena praia extrema o capitão do fimDobrado o assombro o mar é o mesmo
Já ninguém o tema!
Atlas! Mostra alto o mundo no teu ombro!!!
fernando pessoa
AO LADO DE MINHA NAVE, CÁ NA COSTA EXTREMA ENCONTREI TANTAS OUTRA NAVES INTRÉPIDAS, QUE REPENTINAMENTE COMECEI A ME SENTIR PARTE DE UMA FROTA E DEIXEI DE ME SENTIR TÃO SOLITÁRIO. E ISSO É MUITO MOTIVANTE PARA MIM, PORQUE FAZ COM QUE EU SIGA NAVEGANDO COM CONVICÇÃO, SEM PERDER TEMPO ME OLHANDO E JULGANDO-ME ATRAVÉS DE CESTOS DE GÁVEAS DE NAUS ALHEIAS, OU PIOR, DESPERDIÇANDO PÓLVORA, CHUMBO GROSSO E TIROS DE CANHÃO A TOA, CONTRA ELAS, SÓ PORQUE DESEJAM VER NO FUNDO DO MAR, PELO CONSTRANGIMENTO CAUSADO POR SER ELA MALDITA SENDO ELA MESMA, A MINHA MALDITA NAU PIRATA. PARA MARCAR ESTE MOMENTO MEMORÁVEL, DO PONTO DE VISTA DA CESTA DA MINHA GÁVEA, ( que é na realidade um periscópio, posto que a minha nave é um submarino ) A PARTIR DESTE ANO, TODO DIA 14 DE JUNHO, NESTA NAVE SE COMEMORARÁ O DIA DA INTRÉPIDA TRIPULAÇÃO. E PARA A ESTRÉIA, CELEBRO AGORA, A EXISTÊNCIA DESTES QUE NESTE EXATO MOMENTO ACENAM PARA MIM:
JESSE MARTIN
JÉSSICA WATSON
LAURA DEKKER
ABBY SUNDERLAND
SACERDOTE CAPITÃO PIRATA PÉRICLES ANARCOS PANPUNK BITOLH
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Cabo da Boa Esperança, 13 de junho de 2010

domingo, 12 de junho de 2011
VOLTANDO DO TRIANGULO DAS BERMUDAS
ESSA IMAGEM ACONTECEU NOS ÚLTIMOS MOMENTOS DA MINHA ESTADA NO INFERNO. RUÁ, RUÁ, RUÁ!!! DESCOBRI QUE O INFERNO É BOM PRA CARALHO! O DIABO É DESAPEGAR-SE DELE. AOS QUE DESISTIRAM DE ME ESPERAR, POR GENTILEZA, CHAME-OS DE VOLTA. DIGAM CAPITÃO SACERDOTE PÉRICLES ANARCOS ESTÁ DE VOLTA ! GRATO.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
CLICA ALI ABAIXO E VEJA O NOSSO CARDÁPIO DE MATÉRIAS!!! É ANUAL
http://insurretosfuriososdesgovernados.blogspot.com/2009/12/indice-rapido-pratico-e-eficiente-do_7217.html
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2 - ÍNDICE RÁPIDO, PRÁTICO E EFICIENTE DO BLOG DOS ALDEÕES INSURGENTES FURIOSOS DESGOVERNADOS – JANEIRO DE 2010 EM DIANTE
http://insurretosfuriososdesgovernados.blogspot.com/2010/01/indice-rapido-pratico-e-eficiente-do.html
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ÍNDICE RÁPIDO, PRÁTICO E EFICIENTE DO BLOG DOS ALDEÕES INSURGENTES FURIOSOS DESGOVERNADOS – JANEIRO DE 2010 EM DIANTE
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http://insurretosfuriososdesgovernados.blogspot.com/2010/01/historia-do-mundo-por-insurreto-arthur.html
http://insurretosfuriososdesgovernados.blogspot.com/2010/01/11-critica-ao-teatro-furia-e-os.html
11º CRÍTICA AO TEATRO FÚRIA E OS INSURRETOS FURIOSOS DESGOVERNADOS

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
HISTÓRIA DO MUNDO - por Insurreto Arthur Lopes

terça-feira, 5 de janeiro de 2010
AOS QUE VIRÃO DEPOIS DE NÓS - por Insurreto Bertold Brecht

"Eu vivo em tempos sombrios. Uma linguagem sem malícia é sinal de estupidez, uma testa sem rugas é sinal de indiferença. Aquele que ainda ri é porque ainda não recebeu a terrível notícia.
Que tempos são esses, quando falar sobre flores é quase um crime. Pois significa silenciar sobre tanta injustiça? Aquele que cruza tranqüilamente a rua já está então inacessível aos amigos que se encontram necessitados? É verdade: eu ainda ganho o bastante para viver. Mas acreditem: é por acaso. Nado do que eu faço dá-me o direito de comer quando eu tenho fome. Por acaso estou sendo poupado. (Se a minha sorte me deixa estou perdido!) Dizem-me: come e bebe! Fica feliz por teres o que tens! Mas como é que posso comer e beber, se a comida que eu como, eu tiro de quem tem fome? se o copo de água que eu bebo, faz falta a quem tem sede? Mas apesar disso, eu continuo comendo e bebendo.
Eu queria ser um sábio.
Nos livros antigos está escrito o que é a sabedoria: Manter-se afastado dos problemas do mundo e sem medo passar o tempo que se tem para viver na terra; Seguir seu caminho sem violência, pagar o mal com o bem, não satisfazer os desejos, mas esquecê-los. Sabedoria é isso! Mas eu não consigo agir assim. É verdade, eu vivo em tempos sombrios!
II
Eu vim para a cidade no tempo da desordem, quando a fome reinava. Eu vim para o convívio dos homens no tempo da revolta e me revoltei ao lado deles. Assim se passou o tempo que me foi dado viver sobre a terra. Eu comi o meu pão no meio das batalhas, deitei-me entre os assassinos para dormir, Fiz amor sem muita atenção e não tive paciência com a natureza. Assim se passou o tempo que me foi dado viver sobre a terra.
III
Vocês, que vão emergir das ondas em que nós perecemos, pensem, quando falarem das nossas fraquezas, nos tempos sombrios de que vocês tiveram a sorte de escapar.
Nós existíamos através da luta de classes, mudando mais seguidamente de países que de sapatos, desesperados! quando só havia injustiça e não havia revolta.
Nós sabemos: o ódio contra a baixeza também endurece os rostos! A cólera contra a injustiça faz a voz ficar rouca! Infelizmente, nós, que queríamos preparar o caminho para a amizade, não pudemos ser, nós mesmos, bons amigos. Mas vocês, quando chegar o tempo em que o homem seja amigo do homem, pensem em nós com um pouco de compreensão. "
BERTOLD BRECHT
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
SALTAR DE ANO, COM ALEGRIA E BRAVURA!!!
10º CRÍTICA AO TEATRO FÚRIA E OS INSURRETOS FURIOSOS DESGOVERNADOS - MAURÍCIO ARRUDA MENDONÇA

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Foi um delicioso encontro com Willian Shakespeare, o genial dramaturgo inglês, nascido sob o signo de touro, que há quatrocentos anos estaria tomando um porre para comemorar seus 40 anos. Ele baixou ontem lá no campus da UEL, mais precisamente no RU, onde o céu azul de outono, a velha peroba rosa, a elite universitária, e o busto de bronze de Mahatma Gandhi puderam recebê-lo através das vivas energias do grupo Fúria.
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Necas de Shakespeare apaixonado. Era Shakespeare encaixotado mesmo. Ou melhor: “Encaixotando Shakespeare”. E a peça, ligeira e engraçada foi mais um exemplo da inventividade do jovem grupo de Cuiabá que já pintou aqui no FILO 2002 com a peça “Nepal”, e agradou bastante. E como já se supunha dois anos atrás, fica a certeza de que o Teatro Fúria veio para ficar e fazer história. Marquem a cara desses caras. Guardem o nome desse grupo. “Encaixotando Shakespeare” tem uma dramaturgia ágil, criativa e brinca com as histórias de Romeu e Julieta, Othelo, Rei Lear, Hamlet, Péricles Príncipe de Tiro, com intimidade e nenhuma cerimônia. E o que é melhor, traz o velho Will para a atualidade, pra perto da gente.
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A trama é bacana. Personagens de Shakespeare, revoltados, decidem aprisionar o bardo, para que ele mude suas histórias, já que estão cansados de repetir seus trágicos fins nos 400 anos. E, de fato, a peça diverte e o grupo evidencia duas grandes qualidades. Primeira: o elenco todo atua brincando, têm gosto de fazer o que faz, enfim, se diverte. Segunda: exibe uma intensa teatralidade, exemplifica pela escolha do cenário (do qual extraem o máximo de significação), pelas soluções das cenas sempre em consonância com o texto, proporcionando tiradas simples e criativas. E é nisso que o Teatro Fúria encanta. Cria espetáculo centrado na surpresa.
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Há muitos momentos belos em “Encaixotando Shakespeare”. A cena das rosas que Romeu oferece a Julieta, os efeitos “especiais”, que dão uma dimensão agigantada às personagens, enfim, uma série de ingredientes farsescos que acabariam perdendo o impacto se eu ficasse citando aqui. Aliás, seria uma sacanagem completa com a rapaziada. E eu temo a ira do Teatro Fúria. Que fazer? O melhor a fazer é dizer pra quem está lendo essa resenha que corra até o Royal Shopping pra ver a segunda apresentação do Teatro Fúria hoje. O espetáculo é para todas as idades. Falei.
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Maurício Arruda Mendonça – especial para o Jornal de Londrina – Terça feira 11/5/2004 - durante o Festival Internacional de Londrina - 2004
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
UM DIA PARA CELEBRAR O TRÁFICO. por Mário Maestri

O chocho registro do transcurso, no domingo, 23 de agosto, do “Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão e do Tráfico Transatlântico de Escravos”, instituído pela UNESCO, materializa o relacionamento paradoxal que mantemos com o passado escravista, em geral, e com o tráfico negreiro, em especial. Sobre este último, são ainda raros os estudos que dimensionem, mesmo aproximativamente, sua magnitude e influência no que se refere ao Brasil.
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Nos anos 1560, com o declínio da escravidão dos nativos nas principais capitanias, a escravidão de africanos dominou a exploração do trabalho. Então, um terrível cordão umbilical uniu o Brasil à África, alimentando as classes proprietárias americanas e européias e dessangrando a África Negra, através da expatriação incessante de adultos e jovens, com a colaboração dos segmentos dominantes africanos.
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O desembarque incessante de cativos no Brasil, majoritariamente homens, deveu-se às duras condições médias de existência dos cativos. As necessidades da produção escravista mercantil e da submissão dos trabalhadores escravizados impediram que os negreiros concedessem em forma geral e sistêmica o direito dos cativos de viverem relações familiares estáveis, capazes de garantirem a reprodução endógena dos trabalhadores ceifados pela escravidão.
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Sequer a interrupção do tráfico transatlântico, em 1850, por pressão do governo inglês, modificou qualitativamente essa realidade. Rei morto, rei posto. O fim daquele comércio intercontinental, na ilegalidade formal desde 1831, deu lugar ao tráfico interprovincial, que deslocou legiões de trabalhadores, em grande parte já nascidos no Brasil, das províncias periféricas para as fazendas cafeicultoras do Centro Sul, fenômeno estudado em dois clássicos da historiografia brasileira − Da senzala à colônia, de Emília Viotti da Costa, e Tumbeiros: o tráfico de escravos para o Brasil, de Robert C. Conrad.
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Nesta celebração, a luta gloriosa dos cativos sublevados da ilha açucareira de São Domingos ilumina a memória dos trabalhadores e trabalhadoras ceifados aos milhões no altar da rapacidade mercantil. Em 23 de agosto de 1791, armados de seus instrumentos de trabalho, iniciaram a longa luta pela liberdade que, quinze anos mais tarde, em 1804, fundou o Haiti, primeira nação americana totalmente livre do tráfico e da escravidão. Essa saga é relatada magistralmente por C.L.R. James, em Os jacobinos negros: Toussaint l’Ouverture e a revolução de São Domingos [São Paulo: Boitempo, 2000].
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Submetido a seguir ao bloqueio das nações americanas e européias, para que o vírus da revolução anti-escravista não incendiasse as Américas, a população haitiana pagou duramente o desrespeito às classes proprietárias. Tem sido mantida em um martírio sem fim, que tem apenas como último capítulo a atual ocupação militar, que se arrasta há cinco anos, dirigida pelas tropas brasileiras, por pedido do imperialismo estadunidense e francês.
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(*) Mário Maestri, 61, historiador, é professor do Curso e do Programa de Pós-Graduação em História da UPF. E-mail: maestri@via-rs.net
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Fonte:Consciência.net
sábado, 26 de dezembro de 2009
PRESENTE?
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
AMO MUITO TUDO ISSO
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
sábado, 19 de dezembro de 2009
JORNALISMO MERCENÁRIO 5 - Notícia em crise Por Antonio José Soares Brandão

Os jornais acabarão?
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O jornal nasceu quando se decretava o fim da arte e a morte da filosofia, no século 19. Com a rápida expansão da internet, foi o jornal que se tornou a mais nova vítima do serial killer “progresso”. Mas a questão aqui não é de atestado de óbito. É de saber se as práticas que esses nomes figuram podem adquirir novos sentidos ou não.
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O jornal não é papel. É antes de tudo notícia. E é o formato notícia que está em crise há já algum tempo. A notícia pretende separar o acontecimento de quem conta o que aconteceu, pretende separar o noticiário de artigos de opinião e de análise, distingue fatos de interpretações. O formato notícia pretende ter o monopólio da informação neutra e objetiva. Foi com base na notícia que o jornal construiu sua legitimidade e seu prestígio.
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A internet minou essas distinções de maneira irremediável. Os processos colaborativos entre produção e consumo de informações, a cultura dos blogs, a proliferação acelerada de fontes virtuais destruíram na prática o monopólio do formato notícia.
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A omissão de notícias, a minimização ou maximização da importância de notícias, a erosão do princípio da neutralidade na exposição de notícias por ideologia ou por outros interesses, a divulgação de notícias sem segurança de veracidade, a falsificação pura e simples de “notícias” visando interesses econômicos ou políticos, feriram de morte a importância dos jornais. Tudo isso tem origens antigas, mas multiplicou-se por mil quando, na segunda metade do Século Vinte, acelerou-se o fenômeno da coisificação capitalista. Tudo que tem valor passa a ser uma coisa, com um papel a ser desempenhado nos mecanismos de mercado.
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O jornal passou a ser uma “coisa”, uma mercadoria preciosa, com diversos vetores capazes de atuar no mercado. Isso transformou os jornais em poderosas e cobiçadas empresas, sujeitas majoritariamente a seus desempenhos de mercado. E isso afastou para o plano secundário aqueles princípios que embasavam o bom jornalismo. Conseqüentemente, a base daquele valor inicial do jornal, que é sua credibilidade, foi abalada.
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É o mesmo fenômeno que gerou a atual crise financeira mundial. E assim como esta, a saída para os jornais também aponta na direção de uma maior regulamentação, que poderá advir de conselhos profissionais, associações nacionais e internacionais mas que, para salvar os jornais, terá que vir. E hoje, nas diversas atividades humanas, já há importantes movimentos de recuperação de princípios básicos e de limitações para a coisificação.
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Nesse contexto, fica fácil compreender a atual crise da ABI. E quanto à Internet ela é bem diferente do jornal. É um fenômeno que vem somar e não substituir. Se está substituindo, é porque o jornal ficou fraco. É semelhante a um folheto passado de mão em mão, em países onde há censura de imprensa.
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Fonte: Blog do Nassif
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
TRUCULÊNCIA HOJE, NO CENTRO DE CUIABÁ
PARTINDO DO PRINCÍPIO QUE A RUA NÃO É DO GOVERNO FEDERAL, NEM ESTADUAL NEM TAMPOUCO DA PREFEITURA, E SIM TOTALMENTE NOSSA, DEVEMOS FAZER JUS A ISSO E NÃO NOS CONTENTARMOS MAIS SÓ COM ARGUMENTOS. OS MACACOS PAUS MANDADOS NÃO NOS ESCUTAM. PORÉM SOMOS MAIS FORTES DO QUE ELES, E SE TEMOS DE OBEDECER AS LEIS, TEMOS DE NOS CONFORMAR E OBEDECER A ÚNICA LEI A QUE ESTAMOS REALMENTE SUJEITOS: AS IMPLACÁVEIS E IMUTÁVEIS LEIS DA NATUREZA : O MUNDO É DOS FORTES.
- À FORÇA!!!
SOMOS MAIS FORTES DO QUE OS MACACOS, TANTO OS FISCAIS DO GOVERNO, COMO TAMBÉM AS POLÍCIAS, POIS ESTES, LUTAM E ESPANCAM PARA DEFENDER OS SEUS SALÁRIOS. NÓS GUERREAREMOS PARA DEFENDER AS NOSSAS VIDAS E AS RESPECTIVAS DIGNIDADES INERENTES À VIDA.
REAÇÃO POPULAR, JÁ!!!
EUFORIA
ANARQUIA!
EUFORIA
EVOLUÇÃO!!!
EUFURIA
FÚRIA!FÚRIA!!FÚRIA!!!
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RESOLUÇÃO (por Bertold Brecht)
Considerando nossa fraqueza os senhores forjaram suas leis, para nos escravizarem.
As suas leis não mais serão respeitadas, considerando que não queremos mais ser escravos.
Considerando que os senhores nos ameaçam com fuzis e com canhões, nós decidimos: de agora em diante temeremos mais a miséria do que a morte.
Considerando que ficaremos famintos, se suportarmos que continuem nos roubando, queremos deixar bem claro que são apenas vidraças que nos separam deste bom pão que nos falta.
Considerando que os senhores nos ameaçam com fuzis e canhões nós decidimos: de agora em diante temeremos mais a miséria que a morte.
Considerando que existem grandes mansões, enquanto os senhores nos deixam sem teto nós decidimos: agora nelas nos instalaremos porque em nossos buracos não temos mais condições de ficar.
Considerando que os senhores nos ameaçam com fuzis e canhões, nós decidimos: de agora em diante temeremos mais a miséria do que a morte.
Considerando que está sobrando carvão enquanto nós gelamos de frio por falta de carvão, nós decidimos que vamos tomá-lo, considerando que ele nos aquecerá.
Considerando que os senhores nos ameaçam com fuzis e canhões, nós decidimos: de agora em diante temeremos mais a miséria do que a morte.
Considerando que para os senhores não é possível nos pagarem um salário justo, tomaremos nós mesmos as fábricas, considerando que sem os senhores, tudo será melhor para nós.
Considerando que o que o governo nos promete sempre está muito longe de nos inspirar confiança nós decidimos tomar o poder para podermos levar uma vida melhor.
Considerando: vocês escutam os canhões. Outra linguagem não conseguem compreender - Devemos então, sim, isso valerá a pena: Apontar os canhões contra os senhores!!!
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